Farinha Seca (Albízia Haslerii)


Nomes Populares: farinha-seca, frango-assado, mulateira, angico-pururuca, canela-de-corvo, coxa-de-frango, farinha-seca-de-mico, manga-do-mato, pé-de-frango, gurujuba, etc.

Nativa da América do Sul, pioneira que apresenta tronco e copa ornamentais. É encontrada em diversos estados brasileiros, desde o Rio Grande do Sul até o Pará, com menor incidência no nordeste do país.. Normalmente atinge de 10 a 20 metros altura, contudo alguns indíviduos podem alcançar até 35 metros. O conjunto elegante formado pela copa, ramagem e tronco da farinha-seca a tornam uma árvore bastante decorativa, ideal para grandes espaços, como parques e jardins amplos. Quando florida é um espetáculo à parte e torna-se muito atrativa para abelhas e outros insetos polinizadores.

Ameaçada de extinção, esta árvore nativa também é considerada pioneira e de sucessão primária, sendo importante incluí-la em programas de reflorestamento e recuperação ambiental. A velocidade de seu crescimento é rápida a moderada. Sua madeira é macia, clara, e frágil, podendo ser utilizada em caixotaria, artesanato e na confecção de objetos leves. Apesar de suas qualidades ornamentais e ecológicas, ainda é pouco utilizada em projetos paisagísticos.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, profundo, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente nos primeiros anos após o plantio. Depois de bem estabelecida é tolerante a curtos períodos de estiagem. Resistente às geadas e baixas temperaturas típicas do clima subtropical do sudeste. Não tolera sombreamento. Após o corte, rebrota com facilidade. Multiplica-se por sementes, que devem ser recém colhidas de frutos maduros e escarificadas em ácido sulfúrico para a quebra da dormência. Plantar imediatamente em substrato mantido úmido.


Foto do Viveiro Camapuã
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