Mogno Africano Ivorense (Khaya Ivorensis)

Tem sido muito cultivado no Brasil ultimamente, devido as grandes restrições de exploração de madeiras nobres de nossas florestas e como forma de preservação de nossas matas. Por ser uma exótica de boa qualidade e que pode ser explorada intensamente por plantios comerciais, estes poderão cada vez mais substituir o corte de madeiras nativas de lei, protegendo assim nossas biodiversidades florestais para o futuro.

Seu valor econômico é bastante compensador, tornando-se uma opção altamente rentável do agronegócio. Sua madeira é de grande beleza e sua trabalhabiidade e versatilidade a tornam altamente atrativa. É usada em movelaria, construção naval e em sofisticadas peças ornamentais. Embora seja uma árvore exótica e não uma nativa, é adequada para regeneração de áreas degradadas.

Em Minas Gerais, não necessita de autorização para plantio, o qual é feito como uma cultura qualquer e o corte exige uma simples autorização do orgão Estadual(IEF), como atualmente é feito para Eucalípto e Pinus. Seu corte seletivo começa aos 10 anos aproximadamente e o corte total se dará aos 12/15 anos. A relação dos lucros entre o Mógno Africano em pranchas e o Carvão do Eucalípto pode ser estimada entre 50 a 80 vezes a favor do Mógno Africano, por hectare, e até mais, embora os custos de plantio, manutenção e colheita sejam muito parecidos. Após o corte há rebrota acima de 80%, propiciando novo corte.

Foto do Viveiro Camapuã
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