Sete Cascas (Samanea tubulosa)

Nomes populares: sete cascas, algarobo, árvore da chuva, bordão velho, cascudo, mulambá, pau-de-cascas, árvore da chuva, alfarobo, abobreira, farinha Seca, feijão cru, pau de cangalha, etc.

Árvore de médio a grande porte, de 8 a 20 metros de altura. No seu interior as sementes estão envoltas por um tipo de melado amargo, que atrai a fauna. Germinação e crescimento muito rápidos. Seu nome é devido a suas cascas que se soltam com muita facilidade.

Madeira aproveitada como melífera. Potencial de utilização no paisagismo, pelo porte e beleza. Em algumas regiões como o Vale do Jequitinhonha, MG, é a árvore preferida dos fazendeiros, pois as vacas apreciam muito o seu fruto, uma vagem parecida com Ingá, que contem uma espécie de mel amargo.

É nativa também no restante de Minas Gerais, no Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Ceará, Maranhão Alagoas, Paraiba, Pará, Piaui, Pernambuco, Sergipe e Bahia. Adequada para a recuperação de áreas degradadas e na recomposição da Reserva Legal(RL) e Áreas de Preservação Permanente(APP), em atendimento ao Novo Código Florestal Brasileiro.

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